Passei a passagem de ano na minha
casa, rodeada pela minha família, coisa que já não fazia há muito tempo. Assisti
à queda do primeiro dente de leite da minha filha. Preparei com emoção a vinda
da Fada dos Dentes. Emocionei-me ao ler a avaliação da pré, onde se destacava
que havia traços do carácter da minha filha que muitos adultos não possuíam.
Continuei a zumbar e a gostar cada vez mais das aulas, tornando-me assídua no
ginásio. Fortaleci amizades. Dececionei-me um bocadinho com uma das pessoas que
considerava uma das minhas melhores amigas. Levei amores de Azeitão para os
colegas de turma da pequenota. Participei em caminhadas diversas e em algumas
provas de atletismo (na caminhada). Fui a mais manifestações do que tinha
memória. Fui convidada para ser madrinha da minha turma de 12º. Fiz duas
escapadinhas. Assisti à tosquia de uma ovelha pela primeira vez. Participei na
primeira Color Run em Lisboa e adorei cada momento. Comprei uma máquina
fotográfica melhor. Fiz uma mini horta. Assinei a primeira fita da minha filha.
Dancei zumba com uma grande amiga, várias vezes. O cancro atingiu uma das
minhas amigas e levou uma das minhas colegas. Conheci o Buddha Éden e voltei ao
Mercado Medieval de Óbidos e à Kidzania. Lisboa foi o destino de dois passeios
maravilhosos que demos com olhos de turista. Andei no mítico 28, pela primeira
vez. Encomendei os primeiros livros escolares da minha formiguinha. Passei uma
semana de férias fabulosa no Algarve. Fui ao Festival do Marisco e assisti a um
concerto dos Xutos. Toquei numa raia, num dragão barbudo e num monitor da
savana. Voltei ao Zoo. Fui a uma zumba party. Passei a frequentar a catequese
de pais, para apoiar a catequese da filhota. Fui novamente convidada para ser
madrinha da minha turma de 12º. Fizemos uma mini sessão fotográfica.
Regressámos à Feira da Golegã. Ganhei diversos prémios em passatempos que
participei. Chorei de emoção ao ver-te ser atriz principal numa peça de teatro.
Perdi peso e voltei a ter um IMC considerado normal.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Kiko
Esta semana entrei com uma amiga na Kiko. Eu já sabia da existência desta marca italiana e sabia que tinha produtos muito em conta, mas nunca pensei na variedade, nas múltiplas cores e nas embalagens atrativas que ia encontrar.
Depois de muita hesitação, já que a vontade era trazer uma embalagem de cada, vieram para casa comigo:
O verniz é um vermelho rosado, uma cor discreta, mas já veraneia. A peeling mask é uma máscara esfoliante renovadora, com um perfume delicioso. Ainda não experimentei nenhum dos produtos, mas fiquei fã e vou voltar para comprar mais umas corzinhas de vernizes (pelo menos...) ;)
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Livro
Adoro ler. Por esse motivo, é-me difícil selecionar apenas um livro que me tenha marcado, porque recordo-me de vários:
- qualquer um do Eça de Queirós, pela forma como escreve, pela qualidade da intriga e, sobretudo, pela atualidade constante dos seus escritos;
- Monte Cinco, do Paulo Coelho, pela mensagem maravilhosa que transmite;
- Sintonia do Amor de Nicholas Sparks, pelo final surpreendente e tão tocante.
sexta-feira, 16 de março de 2012
Desafio
Este desafio anda na blogosfera e decidi aderir também:
1. Livro
2. Mãe/Pai
3. Local
4. Amuleto
5. Foto
6. Sabor
7. Estação do ano
8. Amor
9. Mania/Superstição
10. Parte do dia ( manhã, tarde, noite)
11. Sobremesa
12. Cidade
13. Cheiro/Perfume
14. Calçado
15. Local de férias
16. Filme
17. Frase/Poema
18. Feriado
19. Série
20. Objecto
21. Maquilhagem
22. Lingerie
23. Solidão
24. Data
25. Medo
26. Comida
27. Sonho
28. Pessoa
29. Look
30. Sedução
31. Saudade
1. Livro
2. Mãe/Pai
3. Local
4. Amuleto
5. Foto
6. Sabor
7. Estação do ano
8. Amor
9. Mania/Superstição
10. Parte do dia ( manhã, tarde, noite)
11. Sobremesa
12. Cidade
13. Cheiro/Perfume
14. Calçado
15. Local de férias
16. Filme
17. Frase/Poema
18. Feriado
19. Série
20. Objecto
21. Maquilhagem
22. Lingerie
23. Solidão
24. Data
25. Medo
26. Comida
27. Sonho
28. Pessoa
29. Look
30. Sedução
31. Saudade
Frase-chave do meu momento presente
«Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.»
Frase atribuída a Fernando Pessoa
Frase atribuída a Fernando Pessoa
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Dos filhos preferidos
Sobre o tema, tenho lido muitos comentários, sobretudo respeitantes ao artigo que veio na Visão há umas semanas atrás. Uns que assumem que, de facto, têm um filho preferido (!) ou que foram ou não filhos preferidos de alguém no passado; outros, revoltados, mostram-se absolutamente chocados com o facto de um pai poder amar mais um filho do que outro.
Quando eu era pequenina, achava que a minha mãe preferia a minha irmã mais nova. E isto apesar de os afetos serem os mesmos, os mimos e as oportunidades serem idênticos. Hoje percebo por que razão eu era mais ralhada e era quem apanhava mais: porque fui a criança/adolescente mais rebelde e mais desafiadora.
Hoje sou mãe de apenas uma filha. Não poderia gostar mais dela do que gosto. A forma como a amo é certamente a forma mais forte de se gostar de alguém. É tão profundo este sentimento, tão visceral, tão inexplicável... E se eu tivesse outro filho? Amá-lo-ia menos? Esquecer-me-ia deste amor que agora nutro e substitui-lo-ia pelo amor de outro ser pequenino? De certeza que não. Por isso creio que nunca teria um filho preferido. Com certeza não nego que poderia sentir um ou outro ponto em comum com um ou outro, mas preferir, gostar mais, privilegiar, acho que não. No fundo é como tudo na vida. Tal como eu não consigo decidir se gosto mais da minha mãe ou do meu pai. Há inúmeras coisas que gosto neles, outras que nem por isso (porque todos temos o nosso lado lunar), mas nunca poderia escolher um deles, se essa imposição me fosse feita. Continuo a crer naquela velha permissa que afirma que o nosso coração é elástico e que nele cabe muita gente... Pode ter prateleiras reservadas para pais, para filhos, para amigos, mas quem lá reside está em pé de igualdade.
Quando eu era pequenina, achava que a minha mãe preferia a minha irmã mais nova. E isto apesar de os afetos serem os mesmos, os mimos e as oportunidades serem idênticos. Hoje percebo por que razão eu era mais ralhada e era quem apanhava mais: porque fui a criança/adolescente mais rebelde e mais desafiadora.
Hoje sou mãe de apenas uma filha. Não poderia gostar mais dela do que gosto. A forma como a amo é certamente a forma mais forte de se gostar de alguém. É tão profundo este sentimento, tão visceral, tão inexplicável... E se eu tivesse outro filho? Amá-lo-ia menos? Esquecer-me-ia deste amor que agora nutro e substitui-lo-ia pelo amor de outro ser pequenino? De certeza que não. Por isso creio que nunca teria um filho preferido. Com certeza não nego que poderia sentir um ou outro ponto em comum com um ou outro, mas preferir, gostar mais, privilegiar, acho que não. No fundo é como tudo na vida. Tal como eu não consigo decidir se gosto mais da minha mãe ou do meu pai. Há inúmeras coisas que gosto neles, outras que nem por isso (porque todos temos o nosso lado lunar), mas nunca poderia escolher um deles, se essa imposição me fosse feita. Continuo a crer naquela velha permissa que afirma que o nosso coração é elástico e que nele cabe muita gente... Pode ter prateleiras reservadas para pais, para filhos, para amigos, mas quem lá reside está em pé de igualdade.
Assinar:
Postagens (Atom)